Este blog é um dispositivo para pensarmos sobre questões relativas à corpo, gênero, sexualidade(s), identidade(s), infância(s) em articulação com a Educação. Aqui, estudantes, professor@s e investigador@s podem (e devem) contribuir com o diálogo sobre estes temas em instituições educativas. Participe você também! Coordenação Profª Me. Amanda Leite – Curso de Pedagogia - Universidade Federal do Tocantins (UFT)
segunda-feira, 29 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Homem descobre aos 66 anos que é mulher
Parecia ser apenas um inchaço no abdome. E o chinês de 66 anos decidiu procurar um médico em Hong Kong. Após exames, veio o diagnóstico surpreendente: o sexagenário estava com um cisto no ovário. Ovário!? Sim, o chinês, cuja identidade não foi revelada, descobriu que é biologicamente, uma mulher.
Segundo reportagem do "South China Morning Post", a explicação combina duas desordens genéticas: a síndrome de Turner e a hiperplasia congênita adrenal.
A síndrome de Tuner provoca deficiências em mulheres, que perdem a capacidade de engravidar. A hiperplasia, por sua vez, dá ao paciente a aparência de homem, pois provoca aumento de hormônios ligados à masculinidade.
O chinês (ou chinesa) tem um pequeno pênis, mas não tem testículos. Isto fez com que ele acreditasse ser um homem com uma certa deficiência.
Segundo reportagem do "South China Morning Post", a explicação combina duas desordens genéticas: a síndrome de Turner e a hiperplasia congênita adrenal.
A síndrome de Tuner provoca deficiências em mulheres, que perdem a capacidade de engravidar. A hiperplasia, por sua vez, dá ao paciente a aparência de homem, pois provoca aumento de hormônios ligados à masculinidade.
O chinês (ou chinesa) tem um pequeno pênis, mas não tem testículos. Isto fez com que ele acreditasse ser um homem com uma certa deficiência.
(agradecimento a acadêmica Kenya Siqueira pelo envio da matéria)
Disponível em: http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2013/06/04/chines-de-66-anos-faz-exames-descobre-que-mulher-498970.asp
Assexuais vivem sem sexo!
"Os assexuais têm parceiros, namoram e casam. Mas não há relacionamento sexual"
(agradecimento a acadêmica Kenya Siqueira pelo envio da matéria)
Sim, eles têm parceiros, namoram e
casam! Partilham uma vida a dois sem, contudo, se unir sexualmente. São
amorosos, querem o encontro e a cumplicidade, mas, abrem totalmente mão
do sexo. São os Assexuais. A característica da
assexualidade é a ausência de atração sexual. Não sentem desejo de se
relacionar sexualmente uns com os outros. Namoram, amam e vivem assim.
Fazem parcerias entre eles e os relacionamentos são duradouros. Poucos
relatam brigas ou ciúmes, são serenos e seguros porque sabem que essa
escolha é, para eles, legítima e coerente.
Raramente se sabe de um
casal que tenha rompido o acordo e incluído o sexo em sua união, mas se
isso acontecer e houver reciprocidade, por que não? O que não é
aceitável entre os assexuais é que um dos parceiros “force a barra” com o
outro para a quebra do acordo. Essa é uma regra de conduta e deve ser
respeitada.
Muitas vezes a pessoa se descobre assexual já na vida
adulta, depois de muito sofrimento, se relacionando com outras pessoas
sempre com a sensação de não gostar de sexo, uma violência contra si
mesmo. Muitos relatam a alegria e a sensação de liberdade ao se
descobrir assexual, isso porque antes, ao forçar uma atividade contrária
ao seu desejo, colhia muito mais insatisfação do que alegria e se é
assim que se sente, ótimo. E, como disse, há excitação e, assim, a
satisfação pessoal é possível.
Não há predominância de sexo.
Homens e mulheres podem se descobrir assexuais e aceitar a condição,
desenvolvendo a partir dessa “aceitação” novas regras de
conduta. Considero importante que a pessoa que não gosta de sexo a dois
(já que a autossatisfação é uma prática sexual), tente analisar-se
profundamente. Uma decepção amorosa, bloqueios, um trauma, podem fazer
cessar o desejo sexual por um tempo e um bom apoio psicológico pode
ajudar essa pessoa fazendo com que ela retome sua vida sexual normal.
O
assexual gosta de viver sem parceria sexual, não sente falta e é feliz
assim. Amam melhor? São mais desprendidos, já que na maioria inexiste o
ciúme doentio e a necessidade de possuir o outro? Talvez. O fato é que
vivem normalmente, e, se casados, são como qualquer casal, fora o
sexo. Assim como heterossexuais podem se descobrir homossexuais e
vice-versa. Também não é condição que alguém que se descubra assexual,
não possa sentir que deseja voltar a ser sexual.
O que falei acima
se refere à parte moral, se a pessoa estiver dentro de um
relacionamento. Importa saber que eles existem, vivem, amam, se alegram e
curtem a vida como qualquer pessoa e devem ser respeitados como todos. E
como disse o poeta: Toda forma de amor vale a pena!
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Projeto de lei proíbe família gay em ações publicitárias
Mais uma proposta de censura contra a diversidade! Está em análise na
Câmara dos Deputados um projeto de lei (5921/2001) que regulamenta a
publicidade infantil e obriga que as marcas utilizem apenas modelos
tradicionais de núcleo familiar. A norma foi incluída pelo deputado
federal Salvador Zimbaldi (PDT/SP) em um texto substitutivo ao projeto
original, apresentado há 12 anos, pelo então deputado Luiz Carlos Hauly
(PSDB/PR), hoje licenciado.
Segundo o parágrafo 4º do artigo 6º do projeto, “a família é a base
da sociedade e, quando exibida na propaganda comercial, institucional ou
governamental, deverá observar a unidade familiar prevista no artigo
226, §3º da Constituição Federal”. Isso significa que só poderão
aparecer em propagandas famílias formadas por homem e mulher. Estariam
excluídas, portanto, famílias de pais solteiros, que criam seus filhos
sozinhos, ou de homossexuais, formadas por dois homens ou duas mulheres.
Em seu relatório, o deputado Zimbaldi diz que “os meios de
comunicação, como a televisão, rádio e a internet representam cada vez
mais um relevante papel na formação, não só de conhecimento, como também
moral das crianças” e, por isso, “é necessário que haja uma legislação
específica que regule a publicidade dirigida ao público infantil”.
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) se manifestou, via Facebook,
na tarde desta terça (09/07), contrário ao projeto. Para ele, o projeto
quer transformar aqueles que não têm “família de margarina” em sujeitos
“sem família alguma”. “Será que esta é a forma de tornar as pessoas
mais tolerantes com o próximo e menos preconceituosas? Ou será que é
apenas forma de reforçar preconceitos e a intolerância contra crianças
sem o nome do pai ou da mãe no documento? Ou criar uma consequência
futura para crianças registradas com o nome de dois pais ou de duas
mães, amparada em lei?”, questionou Wyllys.
O projeto, que deve ser votado na Comissão de Ciência e Tecnologia,
Comunicação e Informática (CCTCI), segundo a Câmara dos Deputados,
penaliza, caso não se cumpra a lei, tanto o anunciante, quanto as
agências de publicidade e os veículos de comunicação.
E você, o que pensa sobre isto?
segunda-feira, 8 de julho de 2013
A homossexualidade segundo um livro infantil alemão
Um
livro infantil alemão dá uma aula sobre amor, humanidade e consciência. A
tradução da postagem original foi feita em inglês, traduzirei aqui para
o português. Começa assim: “No ano passado mamãe e papai se
divorciaram. Papai agora vive com o seu amigo”
Papai e seu amigo Frank estão vivendo juntos. Eles trabalham juntos,
Comem juntos, dormem juntos,
Se barbeiam juntos e as vezes até brigam um com o outro.
Mas no fim sempre fazem as pazes. Frank também me ama.
Ele me conta piadas, assim como papai costuma fazer. Ele pega insetos para o meu projeto de ciência da escola.
Ele lê histórias para mim e me faz sanduíches,
… e me acalma quando tenho um pesadelo. Nos feriados

No zoológico, na praia,
trabalhamos juntos no jardim e cantamps músicas ao anoitecer.
Minha mãe diz que Frank e meu pai são homossexuais. A princípio eu não entendi direito, mas ela me explicou.
Homossexualidade é apenas um outro tipo de amor, e amor é a única maneira de ter felicidade.
Papai e seu amigo são felizes juntos, e assim eu sou feliz também.
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