sexta-feira, 12 de julho de 2013

Homem descobre aos 66 anos que é mulher


Parecia ser apenas um inchaço no abdome. E o chinês de 66 anos decidiu procurar um médico em Hong Kong. Após exames, veio o diagnóstico surpreendente: o sexagenário estava com um cisto no ovário. Ovário!? Sim, o chinês, cuja identidade não foi revelada, descobriu que é biologicamente, uma mulher.

Segundo reportagem do "South China Morning Post", a explicação combina duas desordens genéticas: a síndrome de Turner e a hiperplasia congênita adrenal.

A síndrome de Tuner provoca deficiências em mulheres, que perdem a capacidade de engravidar. A hiperplasia, por sua vez, dá ao paciente a aparência de homem, pois provoca aumento de hormônios ligados à masculinidade.

O chinês (ou chinesa) tem um pequeno pênis, mas não tem testículos. Isto fez com que ele acreditasse ser um homem com uma certa deficiência.

(agradecimento a acadêmica Kenya Siqueira pelo envio da matéria) 

Disponível em: http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2013/06/04/chines-de-66-anos-faz-exames-descobre-que-mulher-498970.asp 

Assexuais vivem sem sexo!

 "Os assexuais têm parceiros, namoram e casam. Mas não há relacionamento sexual"
 (agradecimento a acadêmica Kenya Siqueira pelo envio da matéria)

Assexuais, eles vivem sem sexo!Eles estão em toda parte. No Brasil, uma comunidade no Orkut conta com mais de trezentos membros e já chegaram ao Facebook. Formam um grupo diferente. Não curtem relacionamentos sexuais. Nenhum problema com a libido e mantêm cada um a seu modo e em graus variados bom sistema de autossatisfação. Mas essa é uma atividade pessoal e íntima e nunca compartilhada com o parceiro.
Sim, eles têm parceiros, namoram e casam! Partilham uma vida a dois sem, contudo, se unir sexualmente. São amorosos, querem o encontro e a cumplicidade, mas, abrem totalmente mão do sexo. São os Assexuais. A característica da assexualidade é a ausência de atração sexual. Não sentem desejo de se relacionar sexualmente uns com os outros. Namoram, amam e vivem assim. Fazem parcerias entre eles e os relacionamentos são duradouros. Poucos relatam brigas ou ciúmes, são serenos e seguros porque sabem que essa escolha é, para eles, legítima e coerente.
Raramente se sabe de um casal que tenha rompido o acordo e incluído o sexo em sua união, mas se isso acontecer e houver reciprocidade, por que não? O que não é aceitável entre os assexuais é que um dos parceiros “force a barra” com o outro para a quebra do acordo. Essa é uma regra de conduta e deve ser respeitada.
Muitas vezes a pessoa se descobre assexual já na vida adulta, depois de muito sofrimento, se relacionando com outras pessoas sempre com a sensação de não gostar de sexo, uma violência contra si mesmo. Muitos relatam a alegria e a sensação de liberdade ao se descobrir assexual, isso porque antes, ao forçar uma atividade contrária ao seu desejo, colhia muito mais insatisfação do que alegria e se é assim que se sente, ótimo. E, como disse, há excitação e, assim, a satisfação pessoal é possível.
Não há predominância de sexo. Homens e mulheres podem se descobrir assexuais e aceitar a condição, desenvolvendo a partir dessa “aceitação” novas regras de conduta. Considero importante que a pessoa que não gosta de sexo a dois (já que a autossatisfação é uma prática sexual), tente analisar-se profundamente. Uma decepção amorosa, bloqueios, um trauma, podem fazer cessar o desejo sexual por um tempo e um bom apoio psicológico pode ajudar essa pessoa fazendo com que ela retome sua vida sexual normal.
O assexual gosta de viver sem parceria sexual, não sente falta e é feliz assim. Amam melhor?  São mais desprendidos, já que na maioria inexiste o ciúme doentio e a necessidade de possuir o outro? Talvez. O fato é que vivem normalmente, e, se casados, são como qualquer casal, fora o sexo. Assim como heterossexuais podem se descobrir homossexuais e vice-versa. Também não é condição que alguém que se descubra assexual, não possa sentir que deseja voltar a ser sexual.
O que falei acima se refere à parte moral, se a pessoa estiver dentro de um relacionamento. Importa saber que eles existem, vivem, amam, se alegram e curtem a vida como qualquer pessoa e devem ser respeitados como todos. E como disse o poeta: Toda forma de amor vale a pena!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Projeto de lei proíbe família gay em ações publicitárias



Projeto de lei proíbe família gay em publicidadeMais uma proposta de censura contra a diversidade! Está em análise na Câmara dos Deputados um projeto de lei (5921/2001) que regulamenta a publicidade infantil e obriga que as marcas utilizem apenas modelos tradicionais de núcleo familiar. A norma foi incluída pelo deputado federal Salvador Zimbaldi (PDT/SP) em um texto substitutivo ao projeto original, apresentado há 12 anos, pelo então deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), hoje licenciado.
Segundo o parágrafo 4º do artigo 6º do projeto, “a família é a base da sociedade e, quando exibida na propaganda comercial, institucional ou governamental, deverá observar a unidade familiar prevista no artigo 226, §3º da Constituição Federal”. Isso significa que só poderão aparecer em propagandas famílias formadas por homem e mulher. Estariam excluídas, portanto, famílias de pais solteiros, que criam seus filhos sozinhos, ou de homossexuais, formadas por dois homens ou duas mulheres.
Em seu relatório, o deputado Zimbaldi diz que “os meios de comunicação, como a televisão, rádio e a internet representam cada vez mais um relevante papel na formação, não só de conhecimento, como também moral das crianças” e, por isso, “é necessário que haja uma legislação específica que regule a publicidade dirigida ao público infantil”.
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) se manifestou, via Facebook, na tarde desta terça (09/07), contrário ao projeto. Para ele, o projeto quer transformar aqueles que não têm “família de margarina” em sujeitos “sem família alguma”. “Será que esta é a forma de tornar as pessoas mais tolerantes com o próximo e menos preconceituosas? Ou será que é apenas forma de reforçar preconceitos e a intolerância contra crianças sem o nome do pai ou da mãe no documento? Ou criar uma consequência futura para crianças registradas com o nome de dois pais ou de duas mães, amparada em lei?”, questionou Wyllys.
O projeto, que deve ser votado na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), segundo a Câmara dos Deputados, penaliza, caso não se cumpra a lei, tanto o anunciante, quanto as agências de publicidade e os veículos de comunicação. 

E você, o que pensa sobre isto? 

Disponível em: http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4216536272785934584#editor/target=post;postID=9178016753989817912

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Dos quadrinhos ao mundo real...


A homossexualidade segundo um livro infantil alemão


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Um livro infantil alemão dá uma aula sobre amor, humanidade e consciência. A tradução da postagem original foi feita em inglês, traduzirei aqui para o português. Começa assim: “No ano passado mamãe e papai se divorciaram. Papai agora vive com o seu amigo”

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Papai e seu amigo Frank estão vivendo juntos. Eles trabalham juntos,

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Comem juntos, dormem juntos,

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Se barbeiam juntos e as vezes até brigam um com o outro.

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Mas no fim sempre fazem as pazes. Frank também me ama.

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Ele me conta piadas, assim como papai costuma fazer. Ele pega insetos para o meu projeto de ciência da escola.

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Ele lê histórias para mim e me faz sanduíches,

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… e me acalma quando tenho um pesadelo. Nos feriados EkmJ9wR
 
No zoológico, na praia,
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trabalhamos juntos no jardim e cantamps músicas ao anoitecer.

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Minha mãe diz que Frank e meu pai são homossexuais. A princípio eu não entendi direito, mas ela me explicou.

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Homossexualidade é apenas um outro tipo de amor, e amor é a única maneira de ter felicidade.

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Papai e seu amigo são felizes juntos, e assim eu sou feliz também.